quinta-feira, 20 de junho de 2013

2º Bimestre: Arte Moderna


Século XIX no Brasil 
A modernização da Arte.


Em meados do século XIX o Brasil passou por um período de crescimento econômico, estabilidade social e incentivo às letras, ciências e arte por parte do imperador dom Pedro II. A arte, entretanto ainda refletia a influência da escola conservadora européia.



A pintura acadêmica no Brasil  



Desse período destacam-se, na pintura, as obras dos brasileiros Pedro Américo, Vitor Meireles e Almeida Junior, que estudaram na Academia Imperial de Belas Artes.


O Academicismo é superado


Os artistas que frequentaram a Academia seguiram os padrões trazidos pela Missão Artística Francesa: a beleza perfeita é um conceito ideal; portanto, não existe na natureza. Assim o artistas não deve imitar a realidade, mas tentar criar a beleza ideal por meio da imitação dos clássicos, notadamente dos gregos, que mais se aproximaram da perfeição criadora. Como, porém, as pinturas originais gregas não foram preservadas, a referência de perfeição artística é encontrada nas pinturas renascentistas, principalmente de Rafael. Os artistas da Academia seguiram, então, rígidas princípios para desenho, o uso das cores e as escolha dos temas mitológicos e históricos.

Entretanto, os artistas brasileiros da segunda metade do século XIX começaram a seguir novas direções. Essa tendencia se assentou no final do século, com a influencia dos artistas que foram a Europa e conheceram o impressionismo.



Século XX no Brasil 

O Modernismo


O começo do século XX no Brasil foi marcado por fatos que mudaram sua história.Dentre eles destacam-se o início da produção industrial e a vinda de grande número de imigrantes de diversos países. Como consequência o país assistiu a um expressivo crescimento econômico e a grandes transformações sociais, resultantes do convívio com diversas culturas.



Uma nova arte brasileira.








Nesse contexto de grande começou a se desenvolver uma nova arte brasileira, a princípio na literatura. Escritores como Oswald de Andrade, Menotti del Picchia, Mário de Andrade e outros foram se conscientizando da época em que viviam. Para Oswald de Andrade, os artistas brasileiros deveriam ter como ponto de partida as raízes nacionais. Assim, ele passou a expor nos jornais suas idéias renovadoras e a participar de grupos de artistas unidos em torno de uma nova proposta para a a arte brasileira.
Essa busca por novos caminhos ganhou força com a Semana de Arte Moderna, Realizada em Fevereiro de 1922 no Teatro Municipal de São Paulo. No evento foram apresentados concertos e conferências além de exposições de artistas plásticos.




A arte brasileira após a Semana de Arte Moderna


Depois da semana de 1922 ganharam destaque novos artistas plásticos que valorizavam a cultura brasileira. Dentre eles destacam-se os pintores Portinari, Cícero Dias, Rebolo e Volpi e o escultor Bruno Giorgi. 






Vídeo 
Anita Malfatti


Vídeo Representativo ao passado em sala de Aula

Filha do engenheiro italiano Samuel Malfatti e de mãe norte-americana Betty Krug , Anita Malfatti nasceu no ano de 1889, em São Paulo .
Segunda filha do casal, nasceu com atrofia no braço e na mão direita. Aos três anos de idade foi levada pelos pais a Lucca, na Itália, na esperança de corrigir o defeito congênito. Os resultados do tratamento médico não foram animadores e Anita teve que carregar essa deficiência pelo resto da sua vida. Voltando ao Brasil, teve a sua disposição Miss Browne, uma governanta inglesa, que a ajudou no desenvolvimento do uso da mão esquerda e no aprendizado da arte e da escrita.
Iniciou seus estudos em 1897 no Colégio São José de freiras católicas, situado à rua da Glória. Aí foi alfabetizada. Posteriormente passa a estudar em escolas protestantes: na Escola Americana e em seguida no Mackenzie College onde, em 1906, recebe o diploma de normalista.

Anita Malfatti - 1889- 1964
A boba. 1915-16. Óleo s/ tela (61x50,5). Col.
Museu de Arte Contemporânea da USP, SP.
O Farol. 1915. óleo s/ tela (46,5x61). Col.
Chateaubriand Bandeira de Mello, RJ.
O homem amarelo. 1915-16. óleo s/ tela (61x51). Col. Mário de Andrade, Instituto de Estudos Brasileiros da USP, SP

Pesquisa em Grupo 
  Slide Bruno Giorgi


Bibliografia


Escultor e pintor. Bruno Giorgi (Mococa SP 1905 - Rio de Janeiro RJ 1993)
Em 1911 muda-se com a família para Roma. No início da década de 20 estuda desenho e escultura. Após cumprir quatro anos de pena por conspiração contra o regime fascista, é extraditado para o Brasil em 1935. Em Paris, em 1937, freqüenta as academias La Grande Chaumière e Ranson e conhece Aristide Maillol, que passa a orientá-lo. Convive com Henry Moore, Marino Marini e Charles Despiau. Em São Paulo,em 1939, trabalha com os artistas do Grupo Santa Helena e participa da Família Artística Paulista. Em 1943, a convite do ministro Gustavo Capanema, vai a trabalho para o Rio de Janeiro e monta seu ateliê na Praia Vermelha, onde passa a dar aulas, entre outros, para Francisco Stockinger. Os monumentos públicos de sua autoria que mais se destacam: Monumento à Juventude Brasileira, 1947, nos jardins do Ministério da Educação e Saúde, atual Palácio da Cultura, no Rio de Janeiro; Candangos, 1960, na Praça Três Poderes, e Meteoro, 1967, no lago do edifício do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília; Integração, 1989, no Memorial da América Latina, em São Paulo.


Escultura em bronze, conhecida como “Os Guerreiros” ou “Os Candangos” criada em 1959, possuí 8 metros de altura.



Oscar Niemeyer e Bruno Giorgi




Bruno Giorgi – Meteoro



A arte da sociedade industrial

A arte deste século entrou em contato com fatos novos. muito diferentes das transformações culturais que a sociedade vinham realizando ao longo dos tempos. Com a Revolução Industrial, iniciada na segunda metade do século XVIII, surgiram as máquinas que deram concretamente ao homem o conhecimento da velocidade e possibilitaram a produção em série, permitindo fazer, em pouco tempo, inúmeras cópias idênticas de um único produto.
A partir de então  estabeleceu-se uma distinção nítida  entre os objetos do qual existem muitas cópias produzidas por uma máquina, não poderia ser catalogada como arte.
Desse modo, pode ser única, a obra de arte ganhou um caráter sagrado  e passou a ser cultuada de um modo especial no museus.
O fazer mecânico atinge o fazer artístico.
A medida que a tecnologia invadiu os meios de produção, acabou provocando também o surgimento de novas formas artísticas nas quais foi ultrapassada a rígida separação entre objeto industrializado e obras de arte. A fotografia e o cinema são os exemplos mais expressivos desse fato





Conclusão: Com a realização do segundo bimestre foi possível aprender sobre a origem da arte moderna, sua difusão através do academicismo que procura a beleza ideal, que não era encontrada na natura tratando-se de um beleza fictícia, que já não é mais encontra no modernismo onde os traços compostos por cada autor não procura a beleza mais sim a expressão como Anita Malfatti.
Pegando como enfoque a Arte Moderna no Brasil, tornou-se muito interessante a iniciativa de Oswald de Andrade de compor obras que representa-se a cultura brasileira, que foi levada em frente por outros artistas, até a chegada da semana de arte moderna, que dá o grande "pontapé" do Modernismo no Brasil.
Com os trabalhos apresentados durante o bimestre, foi possível tirar um bom proveito, que poderá se repercutir em em futuros vestibulares.
E assim terminamos mais um bimestre.


1º Bimestre: A Arte como Parte da História

O Encontro com a Arte.

O mundo contemporâneo apresenta-se mais simbólico.
Além das obras de arte (o que já não é pouco), bandeiras, outdoors distintivos, logomarcas, jingle, propagandas, filmes, ícones de computados, fotos, vinhetas, videoclipes, cartazes,  sinais, novelas, charges, anúncios luminosos, comerciais, grafites, intertextos, hipertextos, multimídias, a ficção e o virtual, invadem nosso cotidiano, disputando a atenção de quem nem sempre os compreende ou, então, a eles se submete.
Assim a arte contribui de forma inequiva, na ampliação da leitura de mundo, na construção de um olhar mais sensível, crítico , questionador, de um ser que não se torna  vítima da "cultura de massa" pois o que menos se pretende nas aulas de arte é a formação de indivíduos alienados, submissos e indiferentes.  
(Arte e Educação p.m)

Conclusão: Com a aula dada, foi feita uma introdução ao conceito de arte na contemporaneidade, e explicado qual o objetivo do estudo da arte no 3º ano do ensino médio.
O que antes era visto como uma aula de "desenho",  de "trabalhos expositivos" ganha um novo conceito, o de ter uma fato histórico e todo um processo de evolução na humanidade.



Roteiro de Pesquisa 

Nesta aula, foram dadas obras de arte de diversos períodos e autores, e com o conhecimento prévio adquirido nos anos anteriores, foi pedido para que em duplas se fizesse uma análise superficial da obra, analisando o uso das cores, das formas geométricas utilizadas, da tinta utilizada, das dimensões da tela, e por ultimo o que a tela lhe trazia a mente.


Obra: Amarelo, Vermelho, Azul. 


(Wassily Kandinsky)


Análise Feita: 
A obra apresenta relação com seu título, com cores frias e quentes alterando sua tonalidade.
As formas geométricas e linhas, nos permite imaginar imagens, com se estivéssemos olhando em nuvens.Cada forma se liga e nos faz pensar em algo novo , o que é agora, pode não ser mais aos olhos de outra pessoa.
Trata de uma pintura abstrata, foi pintada a tinta óleo.


Interpretação do desconhecido



Nesta aula cada dupla fez a apresentação da análise da obra, dada na aula anterior, para toda a sala.
Com o conhecimento prévio de cada dupla, não foi possível mostrar grandes detalhes da obras, porém  pode-se observar vário modos de interpretação da mesma obra, tanto por parte de quem apresentava, quanto por parte de quem assistia.
Com isso comprova-se a tese aprendida a tanto tempo, na arte não há o certo nem o errado, as interpretações fazem uma simples garatujem virar uma paisagem tornado-se uma das  mais belas obras aos olhos de um sonhador. 


Nesta aula fez-se a apresentação do contexto histórico da obra, pesquisado por cada dupla. visto na aula anterior.


Contexto Histórico da Obra Vermelho, Amarelo, Azul. 

A cor é um meio para se exercer influência
direta sobre a alma. A cor é a tecla, o olho
é o martelo. A alma é o plano de inúmeras
cordas. Quanto ao artista, é a mão que,
com a ajuda desta ou daquela tecla,
obtém da alma a vibração certa.
(KANDINSKY, 1910)




As diversas formas que compõe esta foto estimulam a imaginação, trazendo imagens de pessoas, objetos, e dimensões. O ponto focal da composição parece ser o formato do rosto, como no lado esquerdo da tela, mas as batalhas para a atenção com os tons de azul escuro que fazem fronteira com o lado direito. 
A necessidade interior de Kandinsky é o princípio da arte e da Fundação de formas e harmonia de cores ". Ele define como o princípio do contato eficaz da forma com a alma humana. Cada forma é a delimitação de uma superfície por outra, que possui um conteúdo interno que é o efeito que ela produz em quem olha para ele com atenção. Essa necessidade interior é o direito do artista de uma liberdade ilimitada, mas esta liberdade se torna um crime se não for fundada sobre tal necessidade. A obra de arte nasce da necessidade interior do artista de uma forma misteriosa, enigmática e mística, e, em seguida, ela adquire uma vida autônoma, torna-se um sujeito independente animadas por um sopro espiritual. 
As primeiras propriedades óbvias que podemos ver quando olhamos para  cor isoladamente é deixá-la agir por si só, é de um lado o calor ou a frieza do tom de cor, e do outro lado a clareza ou a obscuridade do tom.
Wassily Kandinsky pintou esta composição durante os anos que passou na Escola Bauhaus de Arte e Arquitetura, onde ele estava ensinando, eles se tornariam os anos mais produtivos de sua carreira. Esta intenção do artista através de todas as suas pinturas foi o de criar a mesma viagem emocional, que de uma música poderosa..
Abstracionismo ( surgido no início séc.XX) é a arte que se opõe à arte figurativa ou objetiva. Tende a suprimir toda a relação entre a realidade e o quadro, entre as linhas e os planos, as cores e a significação que esses elementos podem sugerir ao espírito. Quando a significação de um quadro depende essencialmente da cor e da forma, quando o pintor rompe os últimos laços que ligam a sua obra à realidade visível, ela passa a ser abstrata. "Amarelo, Vermelho, Azul" de Wassily Kandinsky está localizado no Musée National d'Art Moderne, Centre Georges Pompidou, Paris, França

* Fonte de Pesquisa: http://artefontedeconhecimento.blogspot.com.br/2010/08/yellowred-and-blue-de-wassily-kandinsky.html


Vídeo
Leonardo Da Vinci
Vídeo Representativo ao apresentado em sala de aula. 



As primeiras Expressões Artísticas.

A arte na Pré-História.



As mais antigas figuras feitas pelo ser humano foram desenhadas em paredes de rocha, sobretudo em cavernas. Esse tipo de arte é chamada rupestre.
O período paleolítico: 30 mil anos atrás. No naturalismo o artista pintava o animal do modo como o via.
Período Neolítico: A figura humana passou a ser retratada em atividades cotidianas, também, desenvolveram técnicas como tecelagem, a cerâmica e a construção de moradias.
No Brasil: sítio arqueológico localizado em São Raimundo Nonato, Piauí. Há importantes sítios arqueológicos, por exemplo, em Pedra Pintada, no Pará, e em Peruaçu e Lagoa Santa, em Minas Gerais.
Utilizavam como pigmento carvão, sangue de animais, óxido de ferro, para produzir uma goma de cores entre vermelho e o ocre.

A arte no Egito. 

O Egito desenvolveu uma das principais civilizações da antiguidade e nos deixou uma produção cultural riquíssima. O aspecto mais significativo do Egito Antigo era a religião, que tudo orientava, a arte como não poderia deixar de ser,  refletia essa visão religiosa, que apareceu em túmulos, esculturas, vasos, e outros objetos deixados junto aos mortos.
Arquitetura Egípcia: apresenta grande construções mutuárias, que abrigavam restos mortais dos faraós. Os faraós ergueram grandes templos (Pirâmides).

Conclusão: Chegando ao fim da aula recebemos a devida explicação sobre como era feita e o que influenciava a arte na Pré-História e no Egito Antigo, épocas que foram importantes para o desenvolvimento da arte e que trouxe características vista até hoje na contemporaneidade como os traços agressivos e expressivos (Pré-História) e o luxo e glamour (Egito).

Continuando o assunto da aula anterior...

Pintura: pintores egípcios estabeleceram várias regras que foram seguidas durante muito tempo ao longo do Antigo Império, entre elas a regra da frontalidade.
Esculturas: é a mai bela manifestação da arte egípcia do Antigo Império, as escultores criaram figuras bastante expressivas. 


A arte na Grécia

Os principais artistas gregos imitaram os egípcios, depois passaram a criar suas arquiteturas, esculturas, e pinturas, movidos por ideias próprias em relação à vida, a morte e às divindades.
Esculturas: Os gregos esculpiam em mármore grandes figuras masculinas. Na Grécia a arte não tinha a função religiosa como no Egito.
Arquitetura: As construções que se destacam são os templos gregos.
Pintura: a pintura em cerâmica tornou-se uma forma especial de manifestação artística. Os vasoso gregos ou ânfora, eram usados em rituais religiosos e também armazenar água, vinho, azeite e outros alimentos, pinturas representavam cenas da mitologia grega e de pessoas em suas atividades diárias.

Conclusão: ao termino da aula retornamos ao que não tinha sido terminado na aula anterior sobre o Egito Antigo, e por fim recebemos a explicação sobre a arte na Grécia, que vem mais tarde influenciar no Academicismo, onde se procura a perfeição assim baseando-se na arte grega. Naquela época a arte não era expostas em museus como atualmente, es obras eram expostas para o público em praças e ruas. 
  
Pesquisa em Grupo


A arte barroca na Itália.
A arte barroca desenvolveu no século XVII, período de grandes mudanças na Europa da Idade Moderna. Para melhor entendermos os acontecimentos daquele século, precisamos buscar suas origens em fatos do século XVI.

  1. Reforma Protestante
  2. A pintura Barroca na Itália
  3. O barroco na Espanha 
  4. Barroco no Brasil
  5. A pintura Flamenga do século XVII
  6. A pintura Barroca na França.

Vídeo Representativo ao apresentado 
em sala de aula.




Conclusão: Através dos itens citado para a melhor apresentação e contextualização do tema, foi possível montar um slide explicando detalhadamente cada aspecto da arte barroca.
Com a sala dividida em três grupos, nas aulas seguintes, fez-se a apresentação do conteúdo, o compartilhamento dos temas em questão (Renascimento, Barroco e Modernismo).

Arte Romana 

A formação cultural do povo romano sofreu forte influência de gregos e etruscos, que ocuparam diferentes regiões da Itália entre os séculos XII e V a.c. Os romanos produziam na estrutura figuras muito próximas da pessoa retratada.
Arquitetura: o arco foi um importante recurso de arquitetura que os romanos conheceram com os etruscos. O arco permitiu ampliar o vão entre as colunas.
Pintura: a maior parte das pinturas romanas com fazem parte da decoração das paredes internas dos edifícios. Os artistas romanos dedicam-se também a arte do mosaico em mármore.

Arte Gótica.

Idade média durou cerca de 10 séculos de 476-1453. A característica mais importante da arquitetura gótica é a abóboda de nervuras, com ele as igrejas góticas podiam ser muito mais altas que as românicas.
Os artistas trabalharam também com objetos preciosos de marfim, ouro, prata, e decorados com esmalte em rios manuscritos ilustrados (luminosos).
Pintura: a pintura gótica apresenta características que anunciavam o Renascimento, a pintura principal delas foi o realismo; os artistas procuravam pintar as figuras mais fieis possível ao que viam.


Conclusão: Ao final da aula fez-se a explicação do conteúdo aplicado, podendo-se perceber que muitas obras criadas no período da arte gótica e romana permanecem até os dias atuais servindo ainda de inspiração para muitos artistas contemporâneos.

Exposição Sobre Higiene e Saúde. 

Para a finalização do bimestre foi proposto para toda a sala, a apresentação de um projeto com curiosidades sobre saúde e higiene,  tendo como enfoque coisas que não são constantemente faladas na mídia ou em sala de aula.








Conclusão: Assim finalizou-se o 1º bimestre com a apresentação dos trabalhos feitos pela sala através de uma feira no pátio da escola, onde todos puderam ver, tirar suas duvidas e adquirir conhecimento sobre os temas apresentados.















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